Cera Brasileira

História

 

Desde os tempos antigos, as mulheres tem o costume de se depilar. Há relatos do Egito antigo de que as mulheres usavam argila, sândalo e mel para remover os pêlos das axilas, dando origem a técnicas de depilação. Na Grécia Antiga, um instrumento chamado estrigil (varinha de cerca de 30 cm com a ponta curva) foi desenvolvido.

No Brasil, na carta que Pero Vaz de Caminha fez de suas impressões sobre o Brasil, já vimos o registro que alguns índios sem pelos, imaginou-se que pela genética eles nasceram sem eles, mas depois descobriu-se que raspavam pêlos com a espinha do peixe (peixe-areia).

No século XX, as coisas mudaram quando as roupas ficaram mais curtas e apertadas, o corpo se mostrou e não foi nada agradável mostrar axilas e pernas peludas, em controvérsia o movimento hippies de 1960 e 1970 pregou liberdade e desapego com coisas materiais e luxos. Após esse período, o hábito de retirrar os pelos passou de um conceito de estética para um hábito de higiene pessoal.

Quando percebemos que o hábito da depilação é antigo, tem fases de altos e baixos, mas por muitos anos é inserido como uma ação primária, tanto de senso estético quanto de higiene.

A cera de biquíni brasileira tornou-se mundialmente famosa em Nova York pelo salão J Sisters, em Manhattan, que foi pioneiro no tratamento no início dos anos 90.